Para refletir...... A Morte Devagar





                    A Morte Devagar

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

                     Martha Medeiros 

[RESENHA] Em Chamas - série ''Jogos Vorazes'' - Suzanne Collins


Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.


  MATAR OU MORRER. NÃO HÁ ESCOLHA
NA ARENA, O MAIS CAPAZ VENCE. 
OS JOGOS VORAZES CONTINUAM!


Após o fim dos Jogos Vorazes com a incrível vitória de Katniss e Peeta, com a inusitada artimanha das amoras envenenadas, os personagens assim como nós pensamos que é chegada a hora de suspirar de alivio pois a vida será no minimo melhor para os vitoriosos do Distrito 12, mas ai é que mora o perigo. A Capital ou melhor dizendo o presidente Snow, não ficou nada satisfeito com o desfecho dos jogos, afinal teve dois vencedores ao invés de um, sem contar que se sentiram humilhados por terem sido obrigados a mudar as regras devido a artimanha de Katniss, o povo viu pela primeira vez a Capital ser desafiada e vê em Katniss e Peeta  os símbolos da rebelião, as pessoas finalmente começam a questionar seu líder, e a pensar por contra própria e nada mais perigoso para um pais em regime ''Ditador'' do que um povo pensante e cheio de opiniões.



O presidente Snow esta uma fera e explicitamente ameaça a vida de toda a família e amigos de Katniss caso ela não continue com seu ''romance'' com Peeta e desfile numa turne da vitória pelos Distritos se mostrando totalmente submissa a Capital e mostrando que a cena com as amoras e Peeta  foi apenas um ato impensado de uma jovem apaixonada, e que nada tem a ver com algum tipo de rebelião.
A Chama da rebelião esta queimando, e se espalhando como fogo pelos Distritos, Katniss e seu tordo estão se tornando símbolos de uma rebelião contra a Capital da qual nem ela sabe ainda.

     “Você poderia viver centenas de vidas e não merecê-lo” – Haymitch

 Mas Katniss nunca esteve mais dividida, por um lado ela quer fazer isso para assegurar a segurança daqueles que ama mas pelo outro... De volta a seu Distrito ao lado de seu melhor amigo Gale que agora se revela apaixonado por ela, fica muito difícil pensar em seus sentimentos, ela adora Peeta, eles passaram por muita coisa juntos, coisas que formam laços, deixa sua marca, ele é puro, bom, cuida dela, acha ela maravilhosa, a ama, e faria por ela qualquer coisa, já Gale é seu melhor amigo, ele a conhece como ninguém mais no mundo vai conhecer, ela sempre amou ele, apesar de achar que era de outro modo e agora ela simplesmente não sabe mais o que sente por nenhum dos dois, é fato que ela os ama e eles a amam mas por quem ela esta verdadeiramente apaixonada? Essa é uma das maiores duvidas de Katniss neste livro, e como se isso não fosse pouco seu maior temor retorna.

"Quando você estiver na arena, lembre-se de quem é seu verdadeiro inimigo." - Haymitch

Os Jogos Vorazes esta fazendo seu aniversário de 75 anos e vai realizar seu terceiro Massacre Quaternário, e como novidade o presidente anuncia que os tributos desse ano serão os Vitoriosos das edições anteriores, um homem e uma mulher vencedores de cada distrito para lutar por suas vidas mais uma vez. Peeta e Katniss vão voltar para a arena, com tributos ainda mais experientes, fortes e espertos do que antes, mas a maior diferença é que desta vez apenas uma pessoa poderá sair vencedor.

''Em Chamas'' definitivamente bota fogo nessa série! Diferente do livro anterior vemos uma Katniss muito mais madura, forte, destemida e um Peeta mais decidido a mostrar para ela o quanto ela a ama. Cheio de adrenalina e novos personagens esse livro é bem dinâmico, cheio de surpresas, temos muito mais romance, e a história se torna muito maior, pois passa de uma garota tentando sobreviver numa arena, para uma garota que pode mudar todo o mundo no qual vive.
No mesmo mesmo esquema de páginas amareladas e com uma capa prestes a pegar fogo, ele se torna de fácil leitura e tem um final de fazer qualquer um correr na livraria em busca do próximo volume.
Estou numa duvida cruel de qual livro gostei mais, eu adorei ''Jogos Vorazes'' mas ''Em Chamas'' esta realmente superando seu antecessor.
E tudo que me resta dizer é ''To doida para ver o filme e dar rosto e vida aos meus personagens e poder ver a arena pegando fogo!''


                                           
     ''E que a sorte esteja sempre com você!''

                                                                                                                                            

Titulo : Em Chamas
 Autor(es): Suzanne Collins
Editora: Rocco Jovens Leitores
 Ano: 2011
 ISBN: 978-85-7980-064-1
 Trilogia: The Hunger Games
 Páginas: 413




                                                                                                                                         

Para refletir... A gente se acostuma



A GENTE SE ACOSTUMA

                         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto. 
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto. 
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma. 


                                                 Marina Colassanti


Acho que este texto diz tudo, espero que tenham gostado e claro lembrem-se dele nos momentos de sua vida quando se perguntar, ''Eu devia achar isso normal? Eu não deveria me importar mais?
Afinal essa é a finalidade deles, nos fazer refletir e quem sabe transformas essa reflexão em mudanças...

                                                                                                                         Beijos
                                                                                                                                   Nita...

[LANÇAMENTOS] Editora Novo Conceito para o mês de Abril



Olá leitores queridos!
Aqui vai os lançamentos da Editora Novo Conceito para animar seu final de semana e fazer esse mês ser só alegria.
Preparados? Então la vamos nós...


  A Casa das Orquídeas 26/04



Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações.
Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park...
E assim Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo de Olívia e Harry Crawford, um jovem casal separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cujo frágil casamento estava destinado a afetar a felicidade de muitas gerações, inclusive da de Júlia


                                                                                        O Sonho de Eva 12/04


Dra Eva Abelar, autoridade mundial em sonhos lúcidos, é informada de que seu filho, Joachim, uma criança autista, desaparece na mesma noite em que sua irmã, Anna, pula do 20º andar de um edifício em São Paulo. Anna era a principal cientista do projeto DreamGame, invento revolucionário que permite à pessoa jogar enquanto dorme.


Eva é convidada por Yume a assumir o lugar da irmã e, à procura de respostas, se envolve em uma trama perigosa, que alcança os limites dos desejos inconscientes do homem.

Enquanto usa seus conhecimentos para desvendar a morte de Anna e reencontrar Joachim, Eva descobre o quanto a sociedade está vulnerável à tecnologia e aos estímulos subliminares, e como esses estímulos podem sequestrar a liberdade e extinguir o livre-arbítrio.



   O Clã dos Magos 26/04



Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam.Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente.



                                                                                    A Arte da Imperfeição 12/04



Em A Arte da Imperfeição, Brené Brown, uma especialista em vergonha, autenticidade e pertencimento, divulga orientações sobre o poder de se viver com todo o coração: uma forma de abordar o mundo com uma postura de valor pessoalTrata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos.


   

  Viva para Contar  26/04


Em uma noite quente de verão, em um bairro de classe média de Boston, um crime inimaginável foi cometido: quatro membros da mesma família foram brutalmente assassinados. O pai — e possível suspeito — agora está internado na UTI de um hospital, entre a vida e a morte. Seria um caso de assassinato seguido por tentativa de suicídio? Ou algo pior? D. D. Warren, investigadora veterana do departamento de polícia, tem certeza de uma coisa: há mais elementos neste caso do que indica o exame preliminar. 


Danielle Burton é uma sobrevivente, uma enfermeira dedicada cujo propósito na vida é ajudar crianças internadas na ala psiquiátrica de um hospital. Mas ela ainda é assombrada por uma tragédia familiar que destruiu sua vida no passado. Quase 25 anos depois do ocorrido, quando D. D. Warren e seu parceiro aparecem no hospital, Danielle imediatamente percebe: vai acontecer

tudo de novo.

Victoria Oliver, uma dedicada mãe de família, tem dificuldades para lembrar exatamente o que é ter uma vida normal. Mas fará qualquer coisa para garantir que seu filho consiga ter uma infância tranquila. Ela o amará, independentemente do que aconteça. Irá protegê-lo e lhe dar carinho. Mesmo que a ameaça venha de dentro da sua própria casa.


Na obra de suspense mais emocionante de Lisa Gardner, autora best-seller do The New York Times, a vida dessa três mulheres se desdobra e se conecta de maneiras inesperadas. Pecados do passado são revelados e segredos assustadores mostram a força que os laços de família

podem ter. Às vezes, os crimes mais devastadores são aqueles que acontecem mais perto de nós.

[RESENHA] Jogos Vorazes - Suzanne Collins


Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?





Senhoras e senhores bem vindos aos Jogos Vorazes!
       Que a sorte esteja sempre ao seu lado   
 
O Mundo não é o lugar que conhecemos, não existem cidades ou estados, tudo esta dividido por distritos, num total de 12, cada um sendo responsável por algo que é fornecido para a Capital (o centro de tudo) o distrito 12 é o responsável pelo carvão, aos moradores não é permitido nada, não podem sair do seu destrito, não podem progredir, ser livre, na maioria vivem todos na margem entre a pobreza e a miséria, sobre a mira de armas e diversas ameaças, eles são controlados pelos cruéis pacificadores (responsáveis por manter a ordem e disciplina) a comando do presidente na Capital.
No destrito 12 vive nossa personagem principal  Katniss  cujo o pai morreu num acidente numa mina de carvão, que vive uma vida muito difícil, pois após a morte dele sua mãe entrou numa profunda depressão e ela ficou responsável pelos cuidados e alimentação de sua mãe e irmã mais nova Prim, sem poder trabalhar devido a pouca idade (sem contar que os trabalhos era apenas nas minas de carvão) ela enfrenta a floresta em busca de alimentos, aprendendo a caçar e pescar ela faz  o proibido, e assim tenta por comida na mesa, numas dessas caçadas ela conhece seu melhor amigo Gale ( uma garoto muito forte e bonito) que também as escondidas vai na floresta em busca de alimentos, justo formam uma equipe brilhante. Sua vida segue essa rotina até o dia da colheita mudar tudo.

O dia da Colheita é um festival onde todos em todos os distritos tem que vestir sua melhor roupa, colocar um falso sorriso no rosto e seguir com toda a família para a praça central, onde os jovens entre 12 e 18 anos são obrigados a colocar seu nome num sorteio onde uma garota e um garoto de cada destrito sera escolhido para participar dos Jogos Vorazes, um reality show para diversão da Capital onde 24 jovens são mandados a uma arena (florestas, geleiras... etc.)  para lutarem até a morte entre si, sem contar que na arena ainda teriam de enfrentar armadilhas, fome, frio, sede. Sobrevivendo apenas um ao final de vários dias de batalhas, o vencedor ganha fama e fortuna. Nesse ano apesar das milhares de crianças escritas Prim a irmã mais nova de Katniss é sorteada, sem ao menos pensar ela toma a frente da irmã e se oferece como tributo, o garoto escolhido é Peeta filho do padeiro e mesmo garoto que uma vez salvou sua vida a dar a ela um pão quando ela  criança já não conseguia mais andar de tão faminta.

Ir para os jogos não é fácil, deixar sua família sem esperança alguma de voltar viva também não, deixar Gale seu melhor amigo e por quem talvez ela sempre esteve apaixonada apesar de não saber ainda lhe é penoso, mas nada a preparava para o que estava por vir, Peeta se revela apaixonado por ela e conta tudo ao vivo, ir para arena com a missão de mata-lo é quase inimaginável, mas nessa luta ela se descobre uma guerreira forte e astuta, e sobre muitas dificuldade encontra em inimigos alguns amigos, e entre um companheiro um possível amor. Mas nada é o que parece e a Capital não vai deixar nenhuma forma de rebelião acontecer, tudo esta sendo monitorado e as cartas mudam a todo instante,papeis serão representados e os Jogos Vorazes nunca mais serão os mesmos!

''Matar ou morrer. Não há escolha na arena,
o mais capaz vence.

Que os jogos vorazes comecem!''


Paguei minha linguá com esse livro, eu dizia que não fazia meu tipo, prefiro romances, dramas mais reais, nunca fui fã de ficção juvenil, mas quando vi o box lindo na livraria comprei sem ao menos pensar se ia ler ou não, e quando comecei... Minha nossa! Esses Jogos Vorazes são eletrizantes, você começa a leitura e se vê totalmente envolto no enredo, louco para saber o que vira a seguir, quais armadilhas vão aparecer, quem ira matar quem, qual será o vencedor. São tantos os momentos de ansiedade, suspense, que se torna quase impossível largar o livro. A história é muito bem escrita com um ótimo fluxo de informações, temos uma boa descrição da paisagem, que em muitos poucos momentos de deixa agoniada, mas isso de deve ao fato de você querer virar a página para continuar vendo  lendo o jogo, com páginas amareladas que não canção a vista e letras proporcionais fica muito fácil de se ler, a capa é linda, com pequenos relevos e um inteligente simbolo que pode explicar muito bem o livro todo ( se não os próximos também) ela te da uma prévia do que vira a seguir. Nem tenho palavras para descrever  como recomendo este livro, que em muito me lembrou o filme ''O Gladiador'' não que a arena seja parecida, mas o estilo da história, pessoas obrigadas a lutar pela vida, pelo simples divertimento de outros, e com isso acumulando sentimentos de revolta e ira.
Adivirto a quem for ler ter muita calma, você deve estar de posse dos volumes seguintes (Em chamas e A Esperança) pois vai terminar esse primeiro volume frenético, alucinado pela sua continuação, totalmente sedento pelos Jogos Vorazes!


Titulo Original: The Hunger Games
Autor(es): Suzanne Collins
Editora: Rocco Jovens Leitores
 Ano: 2010
 ISBN: 978-857980-024-5
Trilogia: The Hunger Games
Páginas: 397







Caixinha do correio: Jogos Vorazes




Olá galera!
Adivinhe o que eu comprei
Não é um super carro, nem uma estante enorme nova (sonho), muito menos uma casa, mas é muito melhor!
O Box de Jogos Vorazes!!! Que por sinal veio com um boton lindo
 * - *
Foi meio caro :(  estou no limite esse mês, mas em compensação meu sorriso nunca foi tão grande XD então já sabem próxima resenha (acredito que sexta ou sábado) é de jogos Vorazes ,espero vocês aqui para ler e claro opinar muito.

To lendo rapidinho por que quero ver o filme no cinema e não consigo ver sem ter lido antes, então teremos resenha do livro e logo logo do filme.

                                                                                                                    Beijos
                                                                                                                              Nita...

Para refletir..... A vida é bela !



Olá pessoal !
Hoje eu acordei meio pensativa, e ouvi algo que me fez refletir muito e vim compartilhar com vocês. E sabe o por quê? Porque a vida é bela...







Às vezes levamos a vida com seriedade de mais né? Não que ela deva ser levada na brincadeira, mas a vida não precisa ser tão difícil, as pessoas não deveriam ter de sofre tanto! Todos deveriam ter direito a um teto, comida, amor, proteção e principalmente paz. Certo dia ouvi que é muito mais fácil acreditar nas coisas ruins, que quando alguém nos coloca para baixo é muito mais fácil acreditar nos defeitos que ela nos aponta do que nas qualidades que sabemos possuir, e acreditando sempre no ruim, esperando sempre pelo pior, aguardando sempre uma critica a um elogio, nos acostumamos a aceitar a vida como uma corrente pesada, ruim, triste e constante, que nos limita e muitas vezes incapacita. Agora pergunto por quê? Vejo pessoas sobre carregadas o tempo todo, levando o mundo nas costas, há tantas mães que levam a vida de seus filhos e maridos nos ombros, que vive seus problemas, chora suas dores, que até se esquecem da sua própria vida, se esquecem de que temos de ajudar sim, mas aqueles que querem se ajudar, mas nossa principal obrigação é com nós mesmo, nos negligenciando estamos desprezando o presente mais importante do mundo, a vida que recebemos! Não posso crer num ser divino que nos tenha feito para a dor, o sofrimento (mal necessário) na maioria (se não em todas) das vezes nos é causado por nós mesmo, EU causo a maioria de minhas dores, no momento em que contrariando a sensatez o juízo decido ir pelo caminho mais espinhoso, no momento em que escolho minhas companhias com leviandade, no momento em que decido que só eu importo e passo por cima das pessoas, no momento em que decido ter em minha mente pensamentos de ódio, vingança, inveja, negativismo, até quando nada faço de ruim para mim, quando o faço para o outro, estou fazendo o mal para mim também, pois tudo que vai volta, quando decido prejudicar, odiar, trair alguém, estou dando margem para que o façam para mim também.
Repito a vida não é dor! Todos têm direito a felicidade, todos temos valor, você não despreza um professor por que ele não sabe a cura do câncer? Assim como não despreza um médico por não conhecer Camões, ou um mecânico por não saber cantar. Afinal quem arrumaria seu carro para você ir trabalhar? Todos temos nossas qualidades assim como defeitos, estamos num circulo de dependência, onde um precisa do outro e desse modo deveríamos conviver em harmonia.