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[Resenha] Eu estou aqui - Clélie Avit




Uma história de amor pode começar em um hospital? E com uma das pessoas em coma? Talvez sim...



Sinopse: Porque esta é a história de Elsa, uma montanhista que, após um acidente em uma geleira, está em coma há cinco meses; e Thibault, um cara normal, ainda se recuperando de um divórcio que levou embora todas as suas esperanças.
Em um dia tumultuado, Thibault entra no quarto errado do hospital e encontra Elsa dormindo. E por um sentimento que ele mesmo não sabe definir, Thibault passa a visitá-la sempre que possível.
Elsa pode ouvir tudo o que se passa em sua volta. E nas visitas de Thibault ela encontra forças para tentar sair de seu estado vegetativo. Porque sabe que um sentimento puro está nascendo em seu coração.
Enquanto médicos, amigos e familiares estão perdendo as esperanças de ver Elsa fora do coma, Thibault lentamente constrói a esperança de vê-la acordada. Seria só um modo de fugir dos seus próprios problemas? Ou ele é o único que percebe o que ninguém mais vê?
 Em uma narrativa intensa e muito sentimental, o primeiro romance de Clélie Avit é uma declaração de amor à vida e aos pequenos detalhes que realmente importam. Impossível não se apaixonar!

Vencedor do prêmio Nouveau Talent 2015.


|Autora: CLÉLIE AVIT | Romance Contemporâneo | Páginas: 288 | Editora Rocco | Skoob|Compre: SubmarinoSaraivaAmazon |


A sinopse já contou quase tudo sobre a história, então vou começar dizendo o que eu senti. Sabe aquele desespero que sentimos lendo ''Se eu ficar''? Pois é, estamos nesse nível aqui, a diferença é que a protagonista não tem essa opção de ficar ou não, pelo menos não que ela se de conta, como Elsa diz, ela é uma espectadora em seu corpo, ela ouve tudo que se passe em volta dela, porém não sente nada, não pode se mexer, não pode falar, não sabe nem dizer se esta respirando ou não.              
Elsa escuta tudo que dizem sem poder interagir, passa longas horas esperando alguém entrar em seu quarto, desejando poder ouvir qualquer barulho para passar o seu tempo. É uma agonia sem fim se imaginar na posição dela, não poder responder, dizer que ainda esta viva, ter que ouvir todos falando de você como se não estivesse mais ali. Ela não pode nem chorar. 


A autora Clélie Avit é formidável em passar sentimentos e sensações, me senti dentro do quarto dela! Ouvimos ansiosamente quando alguém entra em seu quarto, imaginando tudo que esta se passando a sua volta. Suas angustias nos são palpáveis, me encantou completamente.



 ''Fico me perguntando até quando vou ficar só ouvindo. Fico me perguntando se um dia vou acordar de verdade. Sei, pelo que ouço dos médicos, que praticamente não consigo respirar sozinha. Sei que eles fazem exames regularmente, e sei que aguento apenas poucas horas antes de me declararem incapaz de continuar a respirar sem a assistência de aparelhos.''


O que dizer do personagem mocinho Thibault? O rapaz que entrou por engano em seu quarto enquanto fugia de visitar seu irmão, o mesmo que pensou que ali era um bom lugar para um cochilo. Ele é um encanto! Não é um herói em um cavalo branco, não é a melhor pessoa do mundo, muito menos a pior, é um cara comum, normal, de bom coração, que possui princípios, do tipo ''não posso roubar o travesseiro dela pra ficar confortável na cadeira, mesmo que ela não sinta nada''. 

''– Você se lembra de quando eu lhe disse que a cadeira não era confortável? – digo, me virando para o objeto em questão. – Pois bem, continua igual! Eu queria pegar emprestado um de seus travesseiros, mas vejo que você está muito bem acomodada neles e, depois… isso não seria muito elegante de minha parte.''



Thibault vai conversando com Elsa e tirando cochilos em cada visita, este momento para ele também é de reflexão sobre seus problemas. Acredito que não foram conversas muito longas da parte dele, na maioria das vezes ele mais dorme do que fala. Ele também não descobre tanto sobre ela pra justificar os sentimentos, basicamente ele descobre como foi o acidente de Elsa, quando encontra com  amigos dela que a visitavam, e foi só isso. Eu achava que íamos ter mais conversas, que ele contaria sobre sua vida para ela, que ele encontraria seus pais, sua irmã, escutaria histórias sobre a Elsa, e assim ia nascendo o amor. Mas não foi bem isso que aconteceu, no entanto ainda foi do tipo que da suspiros. 

O livro tem a narrativa intercalada entre Elsa e Thibault, ela contando como esta sendo essa vida, já que esta em coma tem cinco meses, e ele nos contando sobre seus dias. No momento Thibault vive três conflitos em sua vida, um termino conturbado, um crescente desejo de ter sua própria família, e um irmão acidentado que fez uma coisa terrível. Seu consolo é sua afilhada e as visitas a Elsa, onde ele tem a esperança que ela vai acordar e ser tudo que ele imagina. 

''– Bom dia, Elsa.
O murmúrio chega aos meus ouvidos como uma brisa. O nome ressurge em minha mente com a força de uma tempestade. Thibault! Ele voltou! Não sei por quê. Quero acreditar que tenha sido porque tenha tido vontade de voltar. Pouco importa, ele está aqui, isso vai me renovar, mesmo que tenha vindo só dormir.''

A autora Clélie Avit tem uma forma de escrita apaixonante, ela consegue fazer descrições sobre personagens, sobre o ambiente, sentimentos, mas não aquele tipo chato e demorado, que coça nossos dedos para pular as páginas, são descrições curtas e belas, tudo fica muito claro e não se prolonga falando sobre coisas que não nos interessa. A história possui uma narrativa rápida e fluida, muito dinâmica com os diálogos intercalados, é uma leitura emocionante. 

É um romance singular, um livro pequeno, eu li em uma hora, mas mesmo os leitores mais tranquilos vão conseguir ler em pouco tempo. Foi a primeira vez que eu li uma história nesta situação de hospital, de personagens que se apaixonam enquanto um esta em coma. Eu só lamento a história não ser mais trabalhada, essa temática poderia render facilmente umas 400/500 páginas, só o que aconteceu com o irmão de Thibault poderia render muito mais. Eu fiquei triste por ter sido um livro tão curtinho, quando estava ficando ainda melhor ele terminou.

E só para constar, o termino me deixou doida! Foi lindo mas precisava de mais!!! Este livro precisa de uma continuação, assim como ''Se eu ficar'' ele não pode parar na melhor parte. 

Recomendo muito esta leitura, é muito bom para dar uma mudança, tem uma passagem com o irmão de Thibault que te faz refletir muito, ele passa por algo que eu e vocês leitores já passaram, ou no minimo viram alguém passar. Preciso dizer mais?


''Me desliguei de tudo o que estava acontecendo ao meu redor. E me concentrei totalmente nela. Todo o meu corpo é administrado por reflexos ou então meu cérebro literalmente se dividiu em duas tarefas: tentar me livrar do controle de Steve e olhá-la, olhar para ela.
Se ela parar de respirar, acho que paro com ela.''




[LANÇAMENTOS] Editora Rocco em Junho



Boa tarde leitores! 
Curtindo o sábado? Sem nada para fazer? Então vamos aproveitar e conferir essas novidades!
Trago para vocês os lançamentos da Editora Rocco neste mês de Junho. Eu vi um livro sobre Jane Austen que já me aguçou a vontade de gastar *-*
Para comprar pela Editora clique Aqui


COMPORTAMENTO ALTAMENTE ILÓGICO, de John Corey Whaley


Um garoto de 16 anos tímido e retraído que sofre de agorafobia (transtorno de ansiedade que leva a pessoa a evitar locais que não considera seguros); uma menina ambiciosa e realista que sonha em entrar para a faculdade de psicologia. Determinada a provar que merece ser aceita no segundo melhor curso do país, Lisa se aproxima de Solomon para ajudá-lo a superar suas dificuldades, trazendo também seu encantador namorado, Clark, para próximo de sua “cobaia”. Logo, os três formam laços inesperados de amizade. À medida que se conhecem melhor, porém, os planos de Lisa começam a sair de controle, e cada um deles é obrigado a rever suas certezas e encarar seus medos. Será que Sol, Lisa e Clark conseguirão encontrar novos arranjos em suas vidas, servindo de apoio um ao outro na difícil tarefa de encarar a vida adulta que se aproxima?



Comportamento altamente ilógico, o novo romance do escritor americano John Corey Whaley, é uma história sobre amizade, amor, confiança e superação. O leitor entra na mente de Solomon, um jovem de 16 anos que está há três anos sem sair de casa. Para ele, o mundo lá fora é hostil e ele não pode esperar nada de bom vindo das outras pessoas. Então, para que sair? Para nossa surpresa, ele não parece sofrer com seu problema e está bastante confortável em casa, vivendo com seus pais e curtindo suas séries de TV, como Star Trek: The next generation.

Lisa entra na vida de Solomon como um furacão. A menina de 17 anos está terminando o Ensino Médio e pretende conseguir uma bolsa integral em Psicologia na universidade, o que significa sair o mais rápido possível da cidadezinha onde vive, na qual se sente aprisionada. Para conseguir a tal bolsa, ela precisa escrever uma redação na qual descreve seu convívio com uma pessoa com transtorno mental. Sua meta é ambiciosa: curar Solomon! Tornando-se sua amiga, ela pretende mostrar a ele que nem todas as pessoas são essencialmente más e querem feri-lo. Se os fins justificam os meios, Lisa irá descobrir mais tarde, principalmente quando envolver Clark, seu namorado, na história.

Clark é aquele atleta popular de quem todo mundo quer ser amigo. Mas ele está cansado de exercer um papel que despreza: por trás de toda aquela altura e força, está um cara doce e gentil, que não aguenta mais a companhia dos brutamontes de seu time e busca desesperadamente um amigo de verdade. Lisa ama Clark, mas duvida dos sentimentos dele por ela: depois de tanto tempo de namoro, eles ainda não transaram. Sua insegurança aumenta quando ela apresenta Sol a Clark. Os dois embarcam num bromance profundo. Afinal, de quem é o comportamento altamente ilógico? Ao que tudo indica, há mais de uma forma de se esconder do mundo. E, muitas vezes, apenas um amigo é capaz de trazer a verdade à luz.



JANE AUSTEN ROUBOU MEU NAMORADO, de Cora Harrison


Baseado nos diários da escritora Jane Austen na adolescência, este divertido romance juvenil é uma história de aventura, mistério, fofocas e, claro, flertes e paixões. Uma das autoras mais queridas em todo o mundo, cujo bicentenário de morte ocorre este ano, Jane Austen (1775-1817) segue arrebanhando uma legião de fãs em pleno século XXI com romances nos quais retrata a sociedade inglesa de sua época com precisão e ironia. Em Jane Austen roubou meu namorado, a escritora irlandesa Cora Harrison recria, para os jovens de hoje, a atmosfera dos livros da própria Jane Austen mesclando ficção e dados reais, a partir dos diários da autora de Orgulho e preconceito. O livro retrata as peripécias amorosas da futura escritora, que já se considerava uma especialista em assuntos do coração, e de sua prima Jenny.



Espirituosa, inteligente e com um comentário sempre na ponta da língua para qualquer situação, nada passa despercebido a Jane Austen. Ela também é a melhor amiga que alguém poderia desejar. Para sorte de Jenny Cooper, a prima que passou a morar com os Austen depois da perda dos pais. As duas garotas tornam-se inseparáveis. Mas quando os planos perfeitos do casamento de Jenny com Thomas Williams são atrapalhados pelo tutor e irmão mais velho Edward-John, claramente influenciado pela esposa Augusta, as duas amigas precisam encontrar rapidamente uma forma de reverter essa situação.

Perspicaz como sempre, Jane pensa logo em contar tudo a Elisa de Feuillide, uma parente mais velha e com mais experiência sobre como influenciar Edward-John. Elisa lembra-se de um advogado em Bath, que talvez possa ter uma solução para a independência de Jenny. A menção a Bath deixa as duas meninas alvoroçadas. Afinal, a cidade onde Elisa mora é o sonho de qualquer garota de província, como Jane e Jenny. Bath é grande, desenvolvida e, especialmente, com muitas opções de bailes frequentados por jovens interessantes. Não que conhecer jovens cavalheiros seja um problema para elas.

A temporada em Bath revela-se uma ótima fonte de histórias, ainda mais depois que a tia Leigh-Perrot passa por apuros na justiça. O leitor fica sabendo de cada detalhe a partir das anotações de Jenny em seu diário. Até mesmo Jane usa o diário de Jenny para guardar observações sobre pessoas interessantes e possíveis enredos. Para compor as personagens, a escritora Cora Harrison foi atrás de documentos e antigas cartas de Jane Austen e sua família. Além de escrever uma história leve e divertida, ela entrega aos jovens fãs de Jane Austen detalhes da vida da aclamada escritora inglesa.


LEVANA – A RAINHA MAIS BELA – Crônicas Lunares, de Marissa Meyer


Quem é a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa as histórias de Cinder, Scarlet, Cress e Winter? Neste spin-off da série de contos de fadas futuristas Crônicas Lunares, a autora Marissa Meyer revela o passado e as motivações de Levana, a cruel rainha que sonha em governar o povo de Luna. Filha mais nova ofuscada pelo brilho e charme da verdadeira herdeira do trono, sua irmã Channary, Levana teve o rosto desfigurado por queimaduras na infância e aprendeu a se camuflar, manipulando todos a sua volta com uma beleza fictícia. Assim, conquistou à força o amor de Evret Hayle, por quem sempre foi apaixonada, tornando-se madrasta de Winter quando ele perdeu a esposa no parto da filha. E seu próximo passo é tomar o trono definitivamente.




Quem leu a série Crônicas Lunares conhece bem a poderosa rainha de Luna, que controla o planeta com mão de ferro e ambiciona estender seus domínios para a Terra. Mas como ela chegou a esse ponto? Em Levana, a autora Marissa Meyer conta a história da princesa que, ainda jovem, passou a governante de seu povo. Baseada na Rainha Má de Branca de Neve, a protagonista não mede esforços para atingir seus objetivos. A trama começa quando Levana Blackburn está perto de completar 15 anos e se estende por cerca de uma década da vida dela.

Após o assassinato do rei Marrok e da rainha Jannali, a corte se prepara para coroar a próxima soberana de Luna: Channary, a irmã mais velha de Levana. Bela e cruel, a primogênita da família sempre maltratou a caçula, agredindo-a tanto física quanto psicologicamente. Quando as duas eram crianças, Channary se divertiu usando seus poderes para forçar Levana a se atirar ao fogo, fingindo para os adultos que tudo não passou de um trágico acidente. Por toda a vida, Levana teria que conviver com o resultado da brincadeira mórbida: a jovem princesa passou a evitar espelhos e aprendeu a usar seu dom para mudar a aparência, escondendo do mundo o corpo e o rosto bastante deformados pelas queimaduras.

Mas o palácio não é só tristeza para Levana. Desde criança, ela é apaixonada por Evret Hayle, um dos guardas reais. Quase dez anos mais velho do que a princesa, Hayle sente carinho por ela e espera ser visto como um amigo, já que é louco pela mulher, Solstice. O problema é que Levana está convencida de que eles foram feitos um para o outro e que seu amor é correspondido. Quando Solstice morre ao dar à luz Winter, filha do casal, Levana vê a oportunidade de realizar seu sonho e acaba usando seus poderes para forçar Evret a se tornar marido dela e mudar-se para os aposentos reais com o bebê.

Paralelamente, Channary decide que é hora de engravidar. Assim nasce Selene, a herdeira do trono de Luna. Quando a irmã adoece e morre, Levana é designada rainha regente até que a sobrinha complete 13 anos. Mas a nova soberana lunar não está disposta a abrir mão de governar seu povo. Inebriada pelo poder e com plena convicção de que é a única a saber o que é melhor para seus súditos, Levana fará o que puder para manter a coroa em sua cabeça. Fria e calculista, ela passará por cima de qualquer um que estiver em seu caminho. Mergulhe na trama de Marissa Meyer e conheça a história que dá origem às Crônicas Lunares. 


O GAROTO DA LOTERIA, de Michael Byrne


Primeiro livro do inglês Michael Byrne, O garoto da loteria é uma história sobre sobrevivência, esperança e amadurecimento. Bully tem 12 anos e, desde que perdeu a mãe, vive nas ruas de Londres. Sua única companhia é a cadela Jack, com quem ele divide a cama improvisada a cada noite e o pouco que consegue para comer no dia a dia. Mas também seu amor e o sonho de conquistar um futuro melhor. Quando encontra um bilhete de loteria premiado, num antigo cartão de aniversário que sua mãe lhe deixou, Bully e Jack embarcam numa dramática jornada para retirar o prêmio. Afinal, em quem confiar quando se é uma criança desamparada que subitamente vira “o garoto da loteria”?





Primeiro livro do inglês Michael Byrne, O garoto da loteria é uma história sobre sobrevivência, esperança e amadurecimento. Bully tem 12 anos e, desde que perdeu a mãe, vive nas ruas de Londres. Sua única companhia é a cadela Jack, com quem ele divide a cama improvisada a cada noite e o pouco que consegue para comer no dia a dia. Mas também seu amor e, eventualmente, o sonho de conquistar um futuro melhor – embora ele já não consiga imaginar um futuro, vagando a cada dia na tentativa de garantir o mínimo necessário para (sobre)viver. Pelo menos até o dia seguinte.

Mas o futuro sorri para Bully quando ele encontra, em um dos bolsos do casaco surrado onde carrega toda a sua vida, um bilhete de loteria premiado, dentro de um antigo cartão de aniversário que sua mãe lhe deixou. Depois de perder uma preciosa nota de vinte libras que ganhou de uma senhora para Janks, o “cobrador de impostos” dos mendigos do submundo londrino, Bully mal pode acreditar no que seus olhos veem. Menos ainda quando ele descobre que se trata de um prêmio milionário. E que o prazo para retirá-lo está se esgotando.

Cinco dias, quatro horas e trinta minutos. Enquanto imagina tudo o que irá fazer com o dinheiro, Bully embarca numa dramática jornada para chegar à sede da companhia lotérica em Watford, provar que é o dono do bilhete premiado e retirar seu prêmio antes que o prazo termine. Mas encontra vários obstáculos pelo caminho. Entre eles, a frase escrita em letras miúdas: “É ilegal para qualquer pessoa com menos de dezesseis anos comprar bilhetes ou coletar prêmios.” Embora possa aparentar ter mais do que seus 12 anos e seja esperto o bastante para perceber que não pode contar seu segredo para qualquer um, Bully sabe que vai precisar de ajuda. Mas em quem confiar quando se é uma criança desamparada que subitamente vira “o garoto da loteria”?

Será que Bully encontrará alguém para ajudá-lo a conseguir o que é dele sem exigir algo em troca? E mais do que isso, será que ele ganhará o que mais precisa desde que perdeu sua mãe, além do prêmio em dinheiro? Expondo toda a dureza da vida nas ruas e as dificuldades por que passam milhões de crianças nessa situação em todo o mundo, O garoto da loteria é uma aventura emocionante que prende a atenção do leitor da primeira à última página. 


Meus 15 anos (Edição capa tie-in), de Luiza Trigo



Em Meus 15 anos, Bia sonha com uma festa de cinema para celebrar seu aniversário. Agora, o seu sonho está prestes a se tornar realidade, literalmente! Segundo livro da carioca Luiza Trigo, Meus 15 anos deu origem ao filme homônimo que estreia nos cinemas de todo o país no dia 22 de junho, com a estrela teen – e autora bestseller – Larissa Manoela no papel principal. Publicado pela Rocco em 2014, o romance ganha uma sobrecapa com o cartaz do filme, que promete arrastar uma multidão de fãs aos cinemas (e às livrarias). 






Uma festa de cinema! Este era o sonho de Bia, prestes a se tornar realidade em Meus 15 anos. Ela só não esperava que sua grande noite daria um filme – com direito a drama, romance, comédia e ação de tirar o fôlego. Bia é a protagonista do segundo romance da escritora carioca Luiza Trigo, que deu origem ao filme homônimo, com a estrela teen Larissa Manoela no papel principal. Livremente adaptado para as telas, o romance, lançado em 2014, ganha agora uma sobrecapa com o cartaz do filme. Estão todos convidados para a festa mais esperada do ano!

Afinal, os 15 anos da Bia, a garota mais nerd e distraída do colégio, prometem surpreender muita gente. A começar pela metida e invejosa Jéssica, que logo se empenha em arrumar um jeito de estragar tudo, principalmente quando ela descobre o local da festa: nada menos que o Copacabana Palace. Outro que fica surpreso com a novidade é Thiago, o garoto mais bonito do nono ano e paixão platônica de Bia, até então praticamente invisível aos olhos dele...

Mas há também o Bruno, o melhor amigo de Bia, aquele com quem ela sempre pode contar – inclusive para ser seu príncipe na cerimônia; e, claro, as amigas inseparáveis Amanda, Roberta, Carol e Priscila, com quem ela pode dividir suas expectativas e inseguranças, alegrias e tristezas antes, durante e depois do grande dia. Ainda bem, pois a limusine estacionada na porta do prédio para levá-la ao Copacabana Palace era só a primeira de muitas surpresas que a noite traria.

Alternando a narrativa entre os principais personagens, a autora apresenta os diferentes pontos de vista de cada um, o que torna o texto ainda mais dinâmico e divertido. Desde a entrega dos convites até o surpreendente desfecho, não só a protagonista, mas também as melhores amigas, a rival, o amigo que se revela mais que amigo, o garoto popular que se mostra um mané, todos contam um pouquinho dessa história movida a sonhos, paixões, ciúmes, alegrias, decepções e, principalmente, amadurecimento, amizade e amor.

Apaixonada por filmes, livros e música, Bia queria uma festa de cinema. No livro, repleto de referências à sétima arte – cada capítulo traz o título de um filme com o qual a garotada certamente vai se identificar –, ela acabou virando a estrela do mais importante deles: o filme da sua vida.




[Resenha] O Chamado do Cuco – Cormoran Strike - Livro 01 - Robert Galbraith



| Autor: Robert Galbraith | Selo: Rocco | Páginas: 448 | ISBN: 9788532528735 | Skoob |Comprar
Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso.Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega.Um emocionante mistério mergulhado na atmosfera de Londres, das abafadas ruas de Mayfair e bares clandestinos do East End para a agitação do Soho. O chamado do Cuco é um livro maravilhoso. Apresentando Cormoran Strike, este é um romance policial clássico na tradição de P.D. James e Ruth Rendell, e marca o início de uma série única de mistérios. Skoob

Um investigador particular, ex-militar e a beira da falência é contratado para desvendar uma morte misteriosa. Lula é uma modelo famosa que cai da sacada de seu prédio deixando uma fortuna no mínimo invejada por alguns dos seus familiares e amigos.
Strike tinha a testa alta e protuberante, nariz largo e sobrancelhas grossas de um jovem Beethoven dedicado ao pugilismo, impressão realçada pelo inchaço no olho roxo. Graças ao cabelo grosso e encaracolado, elástico como um tapete, seus muitos apelidos da juventude incluíam “Cabeça de Pentelho”. Ele parecia ter mais do que os 35 anos reais.
A princípio parece apenas um suicídio, pois ela já havia apresentado problemas psicológicos graves em outros momentos. Mas seu irmão, o John Bristow, não acredita nesse indício e vai fazer de tudo para que o Strike solucione o crime.
– É minha irmã, entenda – disse Bristow.
– Muito bem. Ela está com algum problema?
– Ela morreu.
O investigador vai ter como braço direito a Robin, que é uma personagem secundária bem bacana. Ela é sua secretária temporária, mas que de tão útil acaba se tornando contratada e auxilia como pode o Strike, ela se diverte fazendo o papel de “Watson” no livro.
Puramente pela diversão, no entusiasmo deste dia feliz, Robin estivera tentando fazer de modo convincente o papel de secretária efetiva de Strike e não entregar à namorada de Bristow que só trabalhava para o detetive particular havia meia hora.
A história é de teor investigativo e quase nada de romance, o que curti muito nesse momento, pois nem sempre estamos interessados em belas histórias de amor. Mas não posso dizer que é uma história séria. Tem um toque de comédia ao descobrir os pais do Cormoran e sua relação com eles, ou de Lula com sua verdadeira mãe, já que a mesma era adotiva. Uma espécie de relação trágico-cômica.

Os personagens são carismáticos e a leitura é muito tranquila. Na verdade achei até bem rápida, já que no nosso clube do livro LeR definimos 15 dias para leitura e reunião, e consegui terminar muito antes do prazo. 

É de conhecimento geral que o autor na verdade é um pseudônimo da J. K Rowling, mas para os amantes e Harry Potter esse livro será uma decepção. Nada de magia ou bruxaria por aqui. Já para os fãs da J.K. Rowling, é apenas a prova de que ela escreve muito bem. Tá certo que morte súbita, na opinião de quem desistiu da leitura, não foi lá essas coisas.
E a novidade é que a sequência está pintando por aí, confiram.

A nova investigação do detetive Cormoran Strike, e de sua fiel escudeira Robin Ellacott, chega ao Brasil em novembro. Confira a sinopse e leia trecho exclusivo do segundo romance de Robert Galbraith, pseudônimo de J.K. Rowling. (retirado do site da Rocco)

Vale a leitura para os amantes dos romances investigativos e leves, pois esse quase flutua de tão bom de ler.

[#Tag] Perfil Literário



Olá leitores,

Sei que demorei um pouco para voltar aqui, mas é que as aulas na faculdade voltaram e a minha vida novamente virou uma bagunça. Mas enfim, tudo já está se ajeitando, rs, e pensei bem e que tal começarmos a semana com uma Tag bem legal. Vocês que tem blog, por favor, façam isso em seus blogs, pois é muito legal e voltem aqui com os links, pois gostaria muito de dar uma olhadinha e você que não tem pode responder nos comentários que irei adora saber as repostas de vocês.

Vamos deixar de papo e partir para a ação.

Qual o seu estilo de livro favorito?

Bem, adoro romance, chick -lit, policial, thriller, distopias e tenho uma super queda por livros hots. rs Também adoro livros que tenham gastronomia na narrativa.



Qual sua saga/trilogia preferida?

São várias, gosto da Trilogia Jogos Vorazes, Irmandade da Adaga Negra, Mundo em Caos, Os Instrumentos Mortais, entre outras.

Qual livro você mais demorou para ler?

Considero-me uma pessoa que leio um pouco devagar, tenho que mudar isso, pois sei que consigo ler mais rápido. Mas teve um nacional, que por ser grande e ter algumas partes que fiquei perdida na leitura, fiquei parada nele por um bom tempo.



Qual livro você está lendo?

Estou lendo um livro que recebi essa semana da Editora Fundamento, breve terá resenha no meu blog. E até agora estou gostando da escrita do autor. 



Quantos livros você tem em sua estante no Skoob?

Se coloquei todos os livros que tenho no Skoob, tenho 137 livros. Acho um número muito pequeno. Mas tenho a vida toda para poder aumentar esse número hahaha.

Qual o livro mais antigo da sua estante?

É um livro que tenho há bastante tempo que comprei num sebo, não me lembro do ano. Mas ele é bem antigo, já assisti a seu filme (Convenção das Bruxas).



Qual o próximo livro que você pretende comprar?

Essa pergunta é meio difícil de responder, pois planejo comprar um livro e às vezes quando chego à livraria, ou vou pesquisar nas lojas virtuais, sempre compro outro livro e não o que tinha planejado.

 Um livro que fez você mudar o sentido de ver o mundo.

Foram alguns, mas recentemente um autor veio me procurar e perguntou se eu gostaria de ler um livro de autoajuda, mas que falasse sobre homossexuais e aceitei. Ler esse livro, fez com que visse coisas que não via e entender algumas.



Qual livro que se você pudesse proibiria a leitura dele?

Não proibiria nenhum, todos somos livres para ler aquilo que lhe convêm.

 Qual livro você levaria para uma ilha deserta?

Estou em dúvida, mas pelo tamanho levaria a serie As Crônicas de Gelo e Fogo ou Sob a Redoma. rs



Bem é isso pessoal, espero que tenham gostado e ficarei no aguardo de suas respostas.


Até a próxima
Sol Brasil

[Editora Rocco] Lançamentos de Agosto


Lançamentos de agosto

Veja mais no site da editora Rocco 


O adeus à Europa: A América Latina e a Grande Guerra (Argentina e Brasil 1914-1939), de Olivier Compagnon — Um brilhante estudo sobre o impacto da Primeira Guerra Mundial na América Latina escrito pelo historiador francês Olivier Compagnon, professor da Universidade Sorbonne-Nouvelle. Rompendo com a historiografia tradicional, que não valoriza a importância do conflito para a região, O adeus à Europa mostra que a guerra influenciou a vida política e cultural de países como o Brasil e a Argentina e foi um divisor de águas nas relações entre o Velho e o Novo Continente, à medida que a Europa deixou de ser o ideal de civilização das jovens nações latino-americanas, abrindo espaço para que os Estados Unidos se tornassem um ator político fundamental na região.



Skagboys, de Irvine Welsh — Desfecho da trilogia iniciada por Trainspotting, que rendeu a Irvine Welsh uma posição de destaque na literatura britânica contemporânea, e completada por Pornô. Escrito quase duas décadas após Trainspotting, o livro situa-se cronologicamente como o primeiro da trilogia, mostrando o início do contato de Mark Renton, Sick Boy e sua turma de amigos com o mundo das drogas pesadas e a influência do contexto social escocês da década de 1970 sobre os personagens. Com tradução de Daniel Pellizzari e Daniel Galera, Skagboys é a melhor porta de entrada para a trilogia que, ao mostrar o pior viés possível do clichê “sexo, drogas e rock’n’roll”, revela como a farra e a diversão também podem ser uma forma de desespero.


Os lobos da invernia, de Anne Rice — Na continuação de A dádiva do lobo, em que narra a surpreendente formação de um lobisomem, Anne Rice traz de volta o jovem Reuben Golding, antes um simples repórter do San Francisco Observer, agora transformado num híbrido entre dois mundos e vivendo sob a tutela dos Morphenkinder na suntuosa mansão de Nideck Point, na costa da Califórnia. Às vésperas do Natal, Reuben está tomado pela dádiva do lobo. Mas apesar do clima festivo, ele se sente inquieto, assombrado por fantasmas de seu passado e por dúvidas em relação ao verdadeiro significado do que se tornou  no assustador e excitante Os lobos da invernia.


Onze anéis: A alma do sucesso, de Phil Jackson & Hugh Delehanty — À frente do Chicago Bulls e do Los Angeles Lakers, Phil Jackson ganhou mais campeonatos do que qualquer outro técnico na história do esporte. Fiel a princípios éticos, o autor de Cestas sagradas, que ganha reimpressões sucessivas desde que foi publicado pela Rocco, em 2001, faz agora, em Onze anéis, uma estimulante revisão de sua carreira, dividindo com o leitor os ensinamentos que fizeram dele o maior técnico de basquete de todos os tempos. Um livro motivador para líderes ou aspirantes, para fãs de esporte ou de biografias e para todos que buscam inspiração para trilhar o caminho do sucesso, com uma gestão baseada no vínculo e no respeito entre os integrantes de uma equipe.


Nadando de volta para casa, de Deborah Levy — Finalista do Man Booker Prize e eleito livro do ano pelo New York Times Book Review, Nadando de volta para casa, da britânica Deborah Levy, é um romance surpreendente sobre relacionamentos frágeis, segredos de família e o poder do não dito. Com uma trama elíptica e perturbadora, o livro relata o que seria a idílica viagem de um poeta britânico à Riviera Francesa, com amigos e família, até uma jovem aparecer nua, na piscina da casa. Enigmática, Kitty Finch persegue Joe, seu autor favorito, com a intenção de lhe entregar um poema, e toda a narrativa gira em torno do tenso momento em que o escritor expõe sua opinião sobre a obra da jovem, levando a história a um desfecho surpreendente.


A loura dos olhos negros, de Benjamin Black — Com o pseudônimo de Benjamin Black, o premiado irlandês John Banville conquistou os leitores e a crítica com surpreendentes tramas policiais. Em A loura de olhos negros, Black se lança numa empreitada ainda mais desafiadora: dar vida a Philip Marlowe, o incomparável detetive particular criado pelo norte-americano Raymond Chandler. Na trama, ambientada na Los Angeles dos anos 1950, enquanto investiga o desaparecimento de um homem a pedido de uma nova cliente, Marlowe se vê envolvido com a família mais rica da região, capaz de tudo para proteger sua fortuna. A loura de olhos negros traz de volta Philip Marlowe com todo o charme e estilo originais, numa aventura afiada e moderna.


Reflexos do sol-posto, de Ivan Junqueira — O primeiro de dois livros inéditos deixados pelo poeta, ensaísta, crítico literário e tradutor Ivan Junqueira, morto no início de julho, a serem publicados pela Rocco. No livro, o autor reflete sobre o cenário nacional das letras em críticas e análises feitas ao longo dos últimos anos, com especial atenção à poesia. Machado de Assis, Augusto dos Anjos e João Cabral de Melo Neto estão entre os objetos de reflexão de Junqueira, que ocupava a cadeira de número 37 da Academia Brasileira de Letras. Reflexos do sol-posto empreende, com bastante saber e sabor, uma lauta viagem através de boa parte da história da poesia brasileira – do Romantismo à contemporaneidade”, afirma Ricardo Vieira Lima.

Lealdade a si próprio, de Paulo Valente — Autor de livros infantis e obras de economia, o carioca Paulo Valente aprendeu a contar histórias com sua mãe, a escritora Clarice Lispector, e seguiu a tradição contando para seus dois filhos. Agora, ele estreia na ficção adulta com Lealdade a si próprio, romance histórico que tem como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial. No livro, ficção e dados reais se misturam para contar a história de filhos de imigrantes alemães, japoneses e italianos que, quando o Brasil abandonou a neutralidade para entrar na guerra, tiveram que escolher entre lutar pelo país que os acolheu ou manterem-se fiéis às suas origens. Acompanhando a trajetória de três personagens de origens diferentes, cujas histórias por vezes se cruzam ao longo da trama, o romance se estende até os dias atuais.


Uma história de silêncio, de Lloyd Jones — O premiado neozelandês Lloyd Jones, autor de O Sr. Pip, vencedor do Commonwealth Prize, entre outros romances, volta a sua terra natal em Uma história de silêncio, em que reconstrói o passado de sua própria família. A ideia surgiu numa vista a Christchurch após o terremoto que arrasou a Nova Zelândia em 2011. Em meio às ruínas da cidade que tenta se reerguer, o autor começa a juntar os fragmentos da história de seus antepassados e encontra um segredo guardado por gerações. O resultado é um romance em que passado e presente se explicam e se complementam na emocionante jornada de um homem em busca de si mesmo.


O outro lado da sombra, de Mariana Portella — Um sujeito inseguro, ansioso e um tanto depressivo que tem dois únicos prazeres na vida: a música e a literatura. Desacreditado desde a infância até mesmo pela mãe, Soren nunca soube o significado de felicidade. Mas nunca desistiu de tentar se encontrar e de buscá-la. Soren é o protagonista de O outro lado da sombra, romance de estreia da carioca Mariana Portella. No livro, ele experimenta uma experiência de quase-morte após um incidente numa viagem a Dublin. Ao acordar de um coma de quase um mês, Soren aos poucos vai decifrando os “sinais” que a vida envia a todo momento e finalmente encontra o amor e a paz interior que tanto buscava, num desfecho surpreendente. 



J. K. Rowling pretende escrever mais sete livros sob pseudônimo de Robert Galbraith



Durante evento literário, escritora falou que o detetive Cormoran Strike, criado sob a alcunha de Robert Galbraith, vai ter série mais longa do que "Harry Potter"


J. K. Rowling falou, durante evento literário na Inglaterra, que planeja fazer as histórias do detetive Cormoran Strike superararem a sua saga "Harry Potter", pelo menos em número de livros lançados. A artista pretende escrever, sob o pseudônimo de Robert Galbraith, mais sete livros sobre o personagem, cujo segundo volume, "The Silkworm", chegou às prateleiras em junho.

"É diferente de Harry Potter, onde havia uma história abrangente, um começo e fim, você está falando sobre histórias discretas", comentou durante o The Theakstons Old Peculier Crime Writing Festival. "Assim, enquanto um detetive vive, você pode mantê-lo dando-lhe casos".

E ela não tem medo de faltar criatividade, tanto que declarou que está escrevendo o terceiro livro e já tem planos para o próximo. A escritora adiantou que a nova parte da trajetória do investigador será diferente do que foi visto até então e trará descobertas "sobre os rumos das pessoas depois que elas deixam a carreira militar".


"The Silkworm" está na lista dos livros mais vendidos do "Sunday Times" desde o seu lançamento. "Queria provar para mim mesma que eu poderia ter um livro publicado sobre o mérito do livro", explicou, sobre a opção de udar um pseudônimo. " Um amigo meu disse: ‘por que você precisa de validação?’, E eu acho que, possivelmente, você precisa ser um escritor para entender o porquê".




Fonte: Globo.com





Novo livro infantil de Míriam Leitão pela Rocco!



Após o sucesso de “A perigosa vida dos passarinhos pequenos”, que acaba de ganhar o selo Altamente Recomendável 2013 da FNLIJ, a jornalista e escritora brinda os pequenos leitores com “A menina de nome enfeitado”, uma história adorável sobre o prazer da leitura.


A menina de nome enfeitado é o novo livro infantil da jornalista Míriam Leitão, que teve no ano passado, com A perigosa vida dos passarinhos pequenos, sua bem-sucedida estreia na literatura infantil. A história se passa em um sítio onde tia e sobrinha brincam com letras para falar às crianças do mágico mundo da leitura.

As belas ilustrações de Alexandre Rampazo complementam a narrativa criando um ambiente de imaginação e leveza para o caso de Nathália, uma menina “muito sabida e bonita” que está deslumbrada com o fato de que, juntas, as letras formam palavras. A menina, no entanto, está encucada com uma letrinha que ela não atina para que serve: o “h”.

As duas passeiam pelo sítio vendo nos ninhos de passarinhos e no caminho da mata, na chuva e nas galinhas, que o “h”, que parece sem som, é indispensável na língua portuguesa.

É para ajudar as crianças na fase da alfabetização, mas o sentido maior da aventura de tia Nininha e a sobrinha Nathália é mesmo seduzir as crianças para o maravilhoso mundo da leitura.


Leitora voraz desde criança e avó empenhada em estimular o prazer da leitura entre os pequenos, Míriam Leitão demonstra, nesta pequena fábula, a mesma habilidade com as palavras que ela possui quando escreve sobre economia e outros assuntos de “gente grande”. A história foi inspirada num fato real, uma conversa que a autora teve há muitos anos com uma de suas sobrinhas. Não por acaso, de nome Nathália.