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[Resenha] Quando uma garota entra em um bar - Helena S.Paige





|Autores: Helena S.Paige| Selo: Novo Conceito | Páginas: 238 | ISBN: 9788581 632872 | Skoob | Comprar



Então você se arrumou toda para uma noite de amigas, daquelas onde só as mulheres participam, mas suas amigas mudaram de planos sem avisar e, agora, você está sozinha em um bar superbacana, arrumada e perfumada, e sem saber bem para onde ir... O que você faz?Aproveita que já está por ali, pede uma tequila e dá uma boa olhada no yuppie que está na mesa ao lado? Ou pede uma cerveja e vai pra perto do palco arrebatar o baterista? Pode ser que você prefira uma paquera com o rapaz de botas de bico fino e músculos trabalhados que está encostado à parede.Ou, quem sabe, tomar um café com o bombeiro que está cuidando da segurança dos clientes e que, neste instante, está verificando o funcionamento do extintor... E isso tudo só pra começar! A escolha é sua — e você tem um mundo de possibilidades nesta noite que parecia começar mal!Só não espere que esta experiência seja como outra qualquer, porque esta noite ficará definitivamente marcada em sua memória de erotismo e paixão. Divirta-se com esta definitiva experiência sensual onde você, e só você, terá o controle de seu próprio prazer!


Quando uma garota entra em um bar é aquele tipo de livro que te deixa muito curiosa pela sua proposta. A ideia primordial é que você escolha os fatos que acontecem na história.

O livro narra a sua própria história, onde você é uma pessoa que têm uma melhor amiga e marca de sair com essa melhor amiga, e essa amiga acaba furando com você por causa de trabalho e você se diverte sozinha num bar. E nesse bar você acaba conhecendo vários tipos de homens: o experiente, o inocente, o sexy, e o arrogante e a forma divertida como você encara tudo isso. E a medida que a história passa e você faz suas escolhas, você pode passar a noite com um deles...Ou ficar em casa vendo filme... Ou ir a uma exposição de arte.

A proposta das autoras para quem seria você, não me agradou muito, porque as características utilizadas não me conectaram a história como se estivesse vivendo. Na maior parte do tempo, embora eu devesse ser a protagonista , me sentia lendo a história de outra pessoa.

Os carinhas que as autoras usam, com exceção de um, não fazem muito meu gênero, então fica difícil me conectar com tantos pontos diferentes, logo o foco principal do livro que era me conectar com a história como se fosse minha, não funcionou muito.


“Nós todas queremos o que não podemos ter.”

Outro ponto que me fez não gostar tanto do livro foi o fato de que a leitura foi muito rápida e fiquei com um gostinho de quero mais. Talvez tenham sido minhas escolhas, talvez tenha sido o fato de que a escrita é leve demais e acabei lendo muito rápido,  mas a sensação de quero mais quando terminei, me angustiou.




"Não seria incrivelmente sexy ser a única pessoa que sabe que não está usando nada por baixo do vestido?"

Sobre as autoras, a medida de o nome Helena S.Paige é o pseudônimo de três amigas, eu só posso dizer que lerei outros livros dessas autoras se eles forem publicados, em função da sua linguagem jovem, leve e divertida. Principalmente pela forma diferente de narração em terceira pessoa .

O Grupo Editorial Novo Conceito foi feliz com a capa, que é muito mais bela que americana, e com todos os cuidados internos, além da tradução e tudo que compõe este livro. Além disso, a fonte utilizada nos nomes dos capítulos é linda demais e dá um toque sensual, junto com as imagens de bocas usadas para te guiar as páginas de suas escolhas.

Recomendo esta leitura a todos que gostam de criar suas próprias aventuras e poder decidir o próprio rumo desse livro, para compensar todos que não pudemos modificar.

Quando uma garota entra em um bar me surpreendeu pela temática, me prendeu pela escrita, mas pecou em sua aceleração. 


[CIRCUITO NOVO CONCEITO #5] Apegados. O que a ciência pode fazer para ajudá-lo a encontrar - e a manter o amor



Você acredita em cara metade? E já achou a sua? Quantas vezes você já ouviu isso?
E aquele outro ditado que diz: "Ele é a tampa da minha panela" ou ainda "Nós somos carne e unha" e por ai vai... Já ouvi até "O chinelo do meu pé cansado"!
Mas será que existe mesmo esta tal metade da laranja? E como é que a gente acha? Como saber quem é realmente a outra metade?
É exatamente sobre isso que falam Levine e Heller, autores do livro Apegados. Nossos estilos de fixação individuais estão cravados em nossos cérebros. E são de três principais tipos: o estilo "seguro", o "ansioso" e, ainda, o estilo "evitante". Os autores explicam o que está por trás das nossas necessidades de relacionamento e, mais do que isso, ensinam aos leitores como identificar os seus próprios estilos e o estilo dos possíveis amados.
Repleto de dicas e -- o que é melhor -- com um questionário para você identificar seu estilo e o do seu parceiro (ou parceira), você ficará definitivamente apegado a este livro.  

Para se apaixonar, baixe o capítulo abaixo:


ApegadosSinopse - Apegados - O que a ciência pode fazer para ajudá-lo a encontrar — e a manter — o amor
Cada vez mais fazemos uso da pesquisa científica para conquistar melhor qualidade de vida. Sabemos o que devemos ou não comer, conhecemos o tipo de exercício que devemos praticar e por quanto tempo devemos fazê-lo, aprendemos alternativas viáveis para conquistar o sono revigorante... No entanto, nossos relacionamentos amorosos, parte importante de nossa vida, não parecem tão avaliados e estudados. Geralmente temos a sensação de que essa coisa de amor é um assunto da sorte.
Mas será possível que a ciência explique por que algumas relações são produtivas e enriquecedoras, enquanto outras nos deixam perturbados e alienados? Pode a ciência explicar como muitos criam vínculos amáveis sem esforço algum, enquanto outros têm que lutar tanto pelo amor? Para o psiquiatra Amir Levine e a psicóloga Rachel Heller, a resposta é um evidente “sim”.
Em "Apegados" — livro baseado nas pesquisas da Teoria do Apego, de John Bowlby —, os autores revelam como compreender os mecanismos de afeição que se criam entre os adultos, o que certamente nos ajudará a encontrar e a manter o amor. Seja você do tipo “ansioso”, “seguro” ou “evitante”, Levine e Heller se encarregam de oferecer instrumentos suficientes para que você possa construir relações mais fortes e reparadoras com as pessoas que ama.


                                                               Beijos
                                                                                 Nita



[CIRCUITO NOVO CONCEITO #4] Em Busca de um Final Feliz - Vida, morte e esperança entre os barracos de Mumbai - Katherine Boo



Em busca de um final feliz é um livro sobre gente comum.
Personagens que nos deixam tristes, às vezes, por todas as situações complicadas pelas quais eles passam, mas que também nos fazem rir quando seus sonhos (alguns bem ingênuos), começam a se tornar reais.
Uma história encantadora! A vida como ela é, mas com cara de romance -- e cheia de sonhos.
E os sonhos, todo mundo sabe, são a matéria de que somos feitos.

Clique na imagem abaixo e baixe um capitulo do livro!

 

Em Busca de um Final Feliz

Sinopse - Em Busca de um Final Feliz - Vida, morte e esperança entre os barracos de Mumbai - Katherine Boo

Em Busca de um Final Feliz, de Katherine Boo, é um livro brilhantemente escrito. Através de uma forte narrativa, descobrimos como é o dia a dia dos moradores de Annawadi, uma favela à sombra do elegante Aeroporto Internacional de Mumbai, na Índia. A história de seus habitantes nos faz rir e chorar, porque “o que é celebrado neste livro não é o que poderíamos chamar toscamente de ‘o encanto da lama’, mas a riqueza das pessoas que — para o bem e para o mal — compõem um tronco social que está cada vez mais presente no nosso mundo moderno”. (Zeca Camargo, em prefácio a esta edição).
O leitor vai se apaixonar por Sunil Sharma, o menino catador de lixo que quer ficar rico, por Manju, a moça mais bonita da favela, que quer ser professora, e até pela tresloucada Fátima, a Perna Só, que só quer um pouco de atenção.


#CircuitoNovoConceito

                                                   Beijos
                                                                          Nita

[CIRCUITO NOVO CONCEITO #3] As Violetas de Março - Sarah Jio



O amor surge quando você menos espera!

Quantas e quantas vezes você procurou um amor? Viver um grande romance é o seu sonho? E você já percebeu que quanto mais você procura, menos acha uma pessoa bacana?!
Pois é, você pode se surpreender, pois o amor surge de onde você menos espera. Mas a grande questão é: Você diz que o ama logo de cara?
A mulher tem a reputação de dizer "eu te amo" logo no início de um relacionamento, mas na verdade são eles que dizem antes. Aliás, eles admitem pensar sobre confessar o amor em média seis semanas antes que suas parceiras, segundo um artigo publicado no periódico norte-americano Journal of Personality and Social Psychology.
Por mais estranho que pareça, a resposta para essa atitude dos homens faz todo sentido à luz da psicologia evolucionista. Os homens podem ser mais impulsivos na maneira de expressar o amor, mas para eles este tem significado muito diferente do que para as mulheres.
Veja só, os pesquisadores descobriram que uma confissão de amor por parte dos homens pode resultar em sexo o mais rápido possível, que é o objetivo evolutivo final do gênero, e por isso dizem "eu te amo" o mais rapidamente possível. E, ao contrário, as mulheres só dizem "eu te amo" depois do sexo, porque elas têm mais a perder com a gravidez. A confissão para elas é um sinal do compromisso de longo prazo, bem diferente dos homens, que não querem compromisso. No jargão, eles querem "comprar na baixa" e elas, "vender na alta".
Na pesquisa feita no MIT, os homens mais felizes em obter a confissão de amor da mulher eram aqueles interessados em aventuras de curta duração, e mulheres que procuram relacionamento de longo prazo eram mais felizes em ouvir o "eu te amo" depois do ato consumado.
Pois é, padrões primitivos persistem no comportamento humano. São as bases biológicas que podem nos ajudar a entender as motivações ocultas das pessoas. Isso inclui também o comportamento de consumo, pois o homem dará muitos presentes antes de ter a mulher e ela vai esperar uma ocasião mais tardia, que demonstre compromisso de longo prazo.

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Sinopse - As Violetas de Março - Qualquer pessoa que já tenha perdido um amor vai se encantar com este livro. - Sarah Jio


Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.
Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.



                                                                             Beijos
                                                                                                      Nita

                                                                                                                           

[CIRCUITO NOVO CONCEITO #2] Sonhe Mais - Jai Pausch


Você saberia lidar com a partida da pessoa amada?


Esta pergunta é o tema central do livro de Jai Pausch, Sonhe mais. Muito bom, diga-se de passagem.
Sabe quem é ela? A viúva de Randy Pausch, o sujeito que tinha câncer no fígado, fez um discurso e escreveu um livro: A lição final. Sonhe mais é a versão dela, da esposa, sobre  uma vida de paixão, amor e família. Mais incrível que o primeiro!
É tão provocante, mexe tanto com a gente que eu não consegui desgrudar do livro. Logo que comecei a ler tive raiva de Randy Pausch(!), o marido, fechei o exemplar e comecei a refletir. Mas aquele livro ao meu lado parece que me chamava, então iniciei a leitura novamente, de onde parei.
Três capítulos depois e eu estava com dó — pena mesmo — do Randy Pausch, afinal ele estava morrendo! Pensei: “acho que ele está certo, só pensando no melhor para a esposa e filhos”, e continuei a ler.
Conforme Jai Pausch, a autora de Sonhe mais, escrevia e descrevia suas experiências — que senti todas — comecei a pensar que ela é quem estava errada, achei a mulher fria em certos momentos.
 Pois fiz uma pausa e pensei novamente! Que loucura!
Mas o livro continuava a me provocar e lá fui eu, novamente, ler. Finalmente, percebi que Jai estava vulnerável, ela ia perder o marido de quem tanto gostava, mas tinha que continuar a vida, tinha que cuidar do doente e dos filhos ao mesmo tempo ( nada como uma mulher para fazer isso), e pensar no que aconteceria depois que Randy falecesse!
Como ela foi forte, como sofreu e como amou!
Na verdade, eles viveram um grande amor!  E eu vivi um turbilhão de sentimentos!
Veja, já li livros intrigantes, emocionantes, mas que me provocasse sentimentos de compaixão, raiva, compreensão, amor, dó… tudo ao mesmo tempo, este foi o primeiro.


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sonhemais


Sonhe Mais

Sinopse: Jai Pausch passou por um trauma: a perda do marido para um câncer de pâncreas. A enfermidade de Randy Pausch também destruiu as verdades e as certezas em que Jay acreditava. Pega de surpresa pela doença, que avançou rapidamente, Jay Pausch precisou inverter suas prioridades. Acostumada a cuidar da família, percebeu que aquele era, também, o momento de cuidar de si mesma, porque, do contrário — caso fraquejasse —, sua família não sobreviveria. E, apesar de todas as alterações pelas quais passou, foi capaz de registrar a maior parte de suas experiências, dúvidas e medos.
Este registro acabou se constituindo num relato vigoroso sobre como a morte muda o relacionamento entre as pessoas e sobre como é possível sobreviver, passo a passo, a essas mudanças.
Sonhe Mais é referência para todos os que estão vivendo uma fase de transição e é leitura obrigatória para aqueles que passaram, ou estão passando, por um momento de dor.




                                                                                                    Beijos
                                                                                                               Nita



[CIRCUITO NOVO CONCEITO] A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber


Alguém viu os valores que estavam aqui? Família, lar amizade....
Você também está procurando algumas coisas que se perderam pelo caminho? Nostalgia! Talvez. Pode ser, mas na verdade sinto falta de valores simples que foram ficando de lado no "fast dia" do workaholic e sua família instantânea. Tudo tão rápido, sem consistência, sem sabor e ainda por cima, mal passado!  Até os índices econômicos são com base em fast-food "Índice McDonald´s". Para o mundo que eu quero descer!

Socorro! Cadê a minha avó!? A vó Antonieta que fazia a Páscoa ficar mágica e que reunia as amigas e noras para a novena, fazia o Natal ser um grande jantar para reunir toda a família e ganhar presentes simples e até feitos à mão, e que abria as portas da sua casa para receber a festa de Santo Reis, quando se desmontava a árvore de Natal e os violeiros de roupas coloridas, máscaras e pandeiros com fitas se apresentavam em troca de uma xícara de café. Onde foi parar tudo isso?
Onde está aquela vida simples, corrida também, com muito trabalho para colocar dinheiro em casa, filhos para criar e educar? Porém simples! E cheia de valores, coisas pequenas que faziam o dia, o mês, o ano e a vida valerem à pena. Cadê o almoço em família com todos à mesa e o jantar para contarmos como foi o dia? Tenho a leve impressão que curtíamos mais a chuva na janela, que agradecíamos mais, que sonhávamos mais.

Você tem sonhado? Tem feito piquenique com seus filhos? Ou sua vida tem sido drive-thru em que você passa, pega e vai embora.
Tem uma autora americana que me faz voltar ao passado com seus livros e lembrar de todas essas coisas boas de uma vida simples. É a Debbie Macomber!

E sabe o que mais? Acho que tem um monte de pessoas saudosas como eu, porque Debbie já vendeu 170 milhões de livros no mundo! Isso significa que não só eu que tenho saudades da vida como ela era.
Como estamos tão ocupados correndo pela vida é fácil perder os momentos de prazer. Uma boa leitura pode trazê-lo de volta! 




A Pousada Rose Harbor é a minha dica! Clique na imagem abaixo e baixe um capitulo do livro!




 A Pousada Rose Harbor

A busca por um novo começo pode levar a grandes revelações.

Sinopse: Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada. Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois nunca se conheceram pessoalmente e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera.
A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso.



                                                                       Beijos
                                                                                           Nita